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05 de JANEIRO de 2009 |




  Opinião do Leitor
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[25/11]
Olá Raimundo, gostaria de fazer uma queixa. Quem tem ido às salas de cinemas do monopólio Moviecom, no Shopping Castanheira, tem se deparado com salas quentes. É que somente 50% dos aparelhos de ar condicionado estão funcionando. Porém, a situação se repete há meses, o que irrita clientes, chateados com o preço salgado dos ingressos.
Victor Furtado | Belém, PA

[24/11]
Excelente a coluna Utilidade Pública. Aliás, falar em Lúcio Flávio Pinto e falar em excelência é redundância.
Murilo Hildebrand de Abreu | Belém, PA

[15/11]
Estou fazendo um curso para técnico em mineração, e gostaria de saber se tem alguma chance de a vale vir fazer novos pontos extração nessa região, pois foi comprovado que aqui tem grande fonte de minerio.
magno silva | goianesia, PA

[20/10]
Minha Empresa é Transporte Aquaviario e Apoio Portuário, Como faço para me cadastrar na ALCOA
Jorge | ALMEIRIM, PA

[01/10]
eu estor precisando muito para colocar a minha empresa junto al grupo da vale firma ap transporte
alvaro nazareno coelho pinto | barcarena, PA

[01/10]
eu estor precisando muito para colocar a minha empresa junto al grupo da vale firma pa transporte
alvaro nazareno coelho pinto | barcarena, PA

[18/09]
Freqüentemente eu leio as “maravilhas” da exploração da bauxita pela Alcoa no município de Juruti no Pará. Isto me faz lembrar do colonialismo implantado pelas nações industrializadas na África : exploraram os recursos minerais com pouco desenvolvimento destes países. A Alcoa explorará estas reservas finitas de bauxita com uma pequena contribuição de impostos – já que está sujeita aos benefícios fiscais concedidos pela União . O maior detalhe é que esta bauxita será explorada para dar apoio ao plano de expansão da Alumar , no Maranhão, ou seja , será um “passeio turístico” da mesma até o vizinho Estado, deixando para os paraenses os buracos e os potenciais danos ambientais. Já temos exemplos disto, inclusive no vizinho estado do Amapá, leia-se , Serra do Navio com o manganês e até no Pará com Carajás.
A impressão que me dá é que , se comparar com uma festa , enquanto alguns estão comendo do bom e do melhor e se divertindo, para os paraenses só vai sobrar o emprego de guardadores dos carros.
Até quando o estado do Pará será um mero depósito de minérios , sendo estes industrializados no Maranhão , Ceará.....?
ANDRE | CAMPINAS, PA

[18/09]
BOA TARDE,LI A REPORTAGEM DA CRIACAO DE UM FUNDO PARA REFLORESTAMENTO NO PARA.
GOSTARIA DE TER MAIS INFORMACOES SOBRE ESTE TEMA,COMO VAI FUNCIONAR ,QUE AREAS ESTARAO NA ABRANGENCIA DESTE PROJETO.MEU INTERESSE SE DEVE A UMA AREA QUE POSSUO A 200KM AO SUL DE MARABA .SE POSSIVEL FOR A INDICACAO DE ALGUM CONTATO JUNTO AS SIDERURGICAS INTERESSADAS.
EDUARDO CORBETTA | PORTO ALEGRE, RS

[26/08]
prestar serviço para albras com minha empresa ap. transporte
alvaro nazreno coelho pinto | barcarena, PA

[18/08]
esta avendo muita poluiçao nesta regiao e eu tenho a soluçao fale com migo.
kelione | boquim, SE

[03/07]
Caríssimos Senhores

A luz dessas considerações,não hesito em afirmar que o Pará
foi adotado por gente competente. Por fim, estamos tentando argumentar, fomentando a importância dos projetos ambientais embasadas junto ao meio ambiente. Não se trata de afirmação paradoxal.Evidentemente, que o Pará tem que exercitar os seus diretos, digo os incididos junto ao meio ambiente, ou seja, assumir o seu papel de ambientalista.

As anomalias que incidem sob Planeta ?

Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou nenhum cientista e nem tão pouco tenho o domínio político sob as nações para dissipar as anomalias que se estreitam sob o planeta e todos o seres vivos que habitam na terra. Enfatizo aqui o porquê de eu estar escrevendo este tema, confesso que estou perplexo, amargurado com um vontade louca de gritar socorro pelo Planeta terra. De modo, que hoje, você vai salvar a sua e a minha casa exercendo os seus conhecimentos técnicos e administrativos para reestruturar esse exuberante PLANETA. Afinal, esta é ou não a nossa casa, local que escolhemos para viver harmoniosamente com o meio ambiente, em especial porque estamos agregados a esse exuberante ecossistema. Nem tudo está ao nosso alcance, mas sua participação é de extrema avalia, uma vez que você também e responsável por essas anomalias climática que incidem sob o Planeta terra.
Nesse sentido, a geração atual, adultos, jovens e Políticos de hoje, que têm nas mãos o poder de reverter o cenário que se anuncia para os próximos anos. É muito complexo: reduzir as emissões dos gases que provocam o aquecimento global, em especial o gás carbônico. Isso depende basicamente da participação geral dos povos e das nações. “Exemplos” que vão ser impactados pelas bases científicas, sociais e políticas. Entretanto, não é só isto que ocorre sob ao propagação do CO2 na atmosfera. Cada um de nós também pode - aliás, deve - fazer algo, evitando transmitir desnecessariamente, ou seja, evitar a propagação do CO2 na atmosfera, enfim, se fizéssemos duas viagem em torno de 73.000 km, estaríamos emitindo em media 12.765 kg de CO2 por ano, ou seja, 694 arvores seriam derrubadas para circunscrever de forma explicita a propagação CO2 na atmosfera. Mas para que você conheça melhor a família carbono vamos apresentar os seus primos e parentes. Assim, vislumbraremos de forma melhorada o desempenho da família Carbono. Eles estão aqui porque - como todos nós - também são responsáveis pelo caos causados no efeito climático do planeta. Metade do CO2 produzido pelo ser humano é resultado de atividades domésticas. Ao todo, a família Carbono é responsável pela emissão de 45 toneladas de gás carbônico por ano. Mas não olhe torto para eles. A família Carbono, como a sua, não é do mal. Eles simplesmente não sabem o que fazem. Se soubessem, mudariam alguns detalhes do dia-a-dia. Em prol do futuro, deles mesmos e do planeta. Voltamos à pergunta inicial: como? Os Carbonos, como já observamos, que moram em um cantinho desse Planeta chamado Brasil.Muitos pesquisadores acreditam que se todos nós fizermos as escolhas certas em nossas casas, gabinetes e escritórios, dá para cortar as emissões globais em um quarto. Significa 25% menos pressão sobre o efeito estufa só com ações domésticas! Mas para resolver os outros 75% só com mudanças coletivas. Daquelas que cabem às indústrias, aos governos, às entidades de alcance mundial. Deles depende descobrir novas fontes de energia livres de carbono e incentivar o uso das que já existem. No Brasil, a principal fonte emissora de gás carbônico é o desmatamento e as queimadas. Estima-se que 75% do nosso CO2 venham das florestas destruídas.
No mais, plante árvores. Só elas são capazes de absorver “Neutralizar” o CO2 que você emite constantemente na atmosfera.
Entretanto, quantas árvores, então, são necessárias para Neutralizar a culpa de cada um? Vamos usar os cálculos das empresas de consultorias sob os impactos alinhados sob a utilização do seu transporte, bem como o lixo que você descarta nos aterros sanitários. Assim, uma pessoa que roda 20 quilômetros por dia num carro 1.0 movido à gasolina emite 1,87 toneladas de CO2 por ano. Para neutralizar essas emissões, precisa plantar nove árvores, a cada ano.“As árvores, as plantas, neutralizam o carbono de uma maneira muito simples, realizando a fotossíntese. Ela captura o CO2 e transforma em oxigênio. Esse é o processo. Muito simples”, explica as ambientalistas Pontes. Se você quer saber quanto carbono você emite e quanta árvore deve plantar, aplique a tabelinha acima e analise as anomalias provocadas por você. Nesse sentido, para finalizar, vamos abrir nossas mentes para vislumbrar outras possibilidades e ver as coisas por vários ângulos. De modo, que possamos assumir novas posturas para neutralizar o verdadeiro monstro que esta sob o planeta terra. Ou seja, gigantesco efeito estufa. Portanto, esta é uma incumbência política, cientifica e social que exige a ética e opiniões amplas da sociedade que possam garantir a sustentabilidade do nosso planeta, mas uma coisa eu sei: essas são informações reais e cientificas que exibem que boa parte da população será dissipada é haverá enormes anomalias e desordem na cadeia alimentar, enfim, a terra vai vomitar as suas enfermidades e a situação vai ser uma catástrofe para o planeta
Mario Pontes Muniz – Consultor – Ambientalista e Acadêmico de Direito
017 -32261475 -91175970





Mario Pontes Muniz | São Jose do Rio Preto-SP., SP

[10/06]
Sou aluno do primeiro ano do Colégio Conhecer, da cidade de São Mateus...
Neste texto coloco minha opinião sobre o trabalho do governo e algumas sugestões que acho que deveriam ser observadas pelos nossos exemplares governantes...
Apoiar o pequeno proprietário é muito importante...
Devemos admitir que o governo só quer apoiar as grandes empresas e para conseguir mais dinheiro.
Estas grandes empresas têm programas de reflorestamento, mas será que eles realmente funcionam?
é claro que não!!! Para estas empresas reflorestar as regiões que elas devastaram é uma grande perca de tempo e de dinheiro
Reflorestar! Mas e os programas de reflorestamento do governo? Acontece o mesmo! Para que perder tempo reflorestando uma área que mais tarde vai ser devastada novamente?
Neste ponto, o apoio ao pequeno proprietário seria de vital importância, pois se eles desmatam menos, conseqüentemente o gasto para reflorestar as áreas desmatadas vai ser menor!
Enquanto o governo não tomar uma atitude sensata e para de pensar somente no dinheiro o Brasil não vai para frente...
E nossas matas vão ficar somente em nossas lembranças!
Tarcísio Ávila | São Mateus, ES

[20/05]
o que a vale,a imerys,a alunorte, em breve junta com a ABC e outras grandes devastadoras, digo, empresas mineradoras localizadas em nosso estado investem no pará é uma comédia. quando o minério acabar e ficar somente grandes áreas devastadas e impactos ambientais para serem combatidos.Aí sim eu quero ver o que estas empresas irão investir. Chegou a hora de fazer valer a Lei do Poluidor Pagador, a qual, após longa tramitação, finalmente foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará. A respeito da ex- ministra. Pobre infeliz tinha que sair, nunca foi ouvida e sua tentativa de salvar a amazônia não saiu da vontade dela. Políticos nunca irão se preocupar com o que está acontecendo. Isso vai ser visto pelo povo brasileiro quando estivermos sem mais nada. Não. vamos ficar sim. com um gigantesco deserto no lugar da floresta. a natureza já deu prova disso em 2004. rios da amazônia secaram.O que mais da raiva é que não são paraenses que estão aquí acabando com tudo, são pilantras de outras regiões do país que estão aquí vivendo como parasitas, sulgando tudo e o povo do pará é que vai sofrer no amanhã. Pra ganhar dinheiro criminoso o pará serve pra voces, mas pra investir no povo somos de outro mundo, menos brasileiros.Mas também vai haver a volta viu. Vocês aí do sul suldeste e centro vão ganhar um presentão. Frentes de calor irão se acumular aí p baixo meus amigos e irão ocorrer alguns ciclones de pequena intensidade igual o catarina com maior frequencia. kkkk!!! mas não é de se preocupar não o governo sempre olha com outros olhos pra voces...
jose waldemar rodrigues neto | belem, PA

[15/05]
Os comentários a respeitos dos fatos devem ser sempre imparciais, com foco nos prós e contras do acontecimento
Enilson Silva | Belém, PA

[02/05]
gostaria que a midia desse um esclarecimento ao povo,permanentemente sobre a legalização e não legalização dos projetos deprodutos florestais, também sobre esta operaç~eos pois a ideia que se tem no paraná é que tudo é ilegal e que o ibama esta tentando é arrecadar dinheiro com multas e não preservar o ambiente grato
Irineu Mommensohn | maringá, PR

[16/02]
Porque o governo nao trabalho com o pequeno proprietário? pois se existe o carvão cidadao legalizado pelo orgão ambiental e não existe documento p/ deixar o carvão legal do pequeno proprietário , pois só quem consegue documento é o grande. eu tenho um projeto que ajudaria o pequeno, as siderúgica e o reflorestamento nas pequenas propriedades. seria mais justo, o pequeno produzia e reflorestava. os três lado ganharia. se acharem interesante entre em contato
Claudir F. de Souza | goianésia do pará, PA

[08/02]
O governo(?) controla o uso do cartão corporativo tão bem quanto o desmatamento. Enquanto nas ruas e avenidas do país os blocos, escolas de samba e foliões caem nos braços de Momo, no interior da imensa região, a sinfonia carnavalesca da destruição é regida por tratores, motosserras e motores do vai-e-vem de balsas no transporte clandestino de espécies nobres de madeira. Gostaria de sugerir ao governo do Lula que mande urgentemente todo o pessoal do Ministério do Meio Ambiente e do IBAMA ao Japão, para fazer um bom curso de Origami. Assim, com cursos de pós-doutorado em papel no exterior, o problema do desmatamento na Amazônia será facilmente resolvido, mas não poderão esquecer de pelo menos formular o pedido. Vou parar por aqui, é tanta náusea que irei correndo para o banheiro: o “tumorzinho” fissurou e a secreção é muito fétida. E ainda dizem que Nostradamus estava equivocado em algumas de suas centúrias...
Nelson Tembra | Belém, PA

[05/01]
O público e o privado, o oficial e oficioso...

O Liberal de 20/12/2007 publicou matéria no caderno Poder, que o governo do Pará e a diretoria da Vale assinaram três protocolos de intenção anunciando ações de pesquisa tecnológica e formação de mão-de-obra local na área de mineração. A parceria pretende ‘conter o desmatamento no Estado do Pará a partir de 2008 e prevê a instalação do Fórum Paraense de Competitividade’ para viabilizar ações entre o governo e a iniciativa privada. O diretor executivo de Assuntos Corporativos e de Energia da Vale, Tito Martins, explicou que ‘a mineradora vai aumentar a amplitude do sistema de mapeamento de queimadas, dispondo dos softwares e hardwares da empresa para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que vai possibilitar ao governo prevenir focos de queimadas nas áreas monitoradas em todo o Pará’.
Para quem não possui intimidade com o assunto, a disponibilização do sistema de monitoramento por satélite da Vale poderia significar grande feito, caso o site da própria Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará já não disponibilizasse informações sobre os focos de queimadas e desmatamentos, por região e por municípios, bem como mapas e gráficos com quantitativos anuais e até diários. A Sema foi o primeiro órgão do governo do Estado a entrar na Internet e hoje, como provedora de informações, ocupa local de destaque na rede mundial. Quem lê a matéria publicada em ‘O Liberal’ sobre os protocolos onde a Vale se posiciona pode ter a interpretação que o Estado é incompetente, acéfalo, e que necessita da tutela da giga-mineradora para cumprir suas obrigações.
É necessária muita cautela nessa relação, até porque o público e o privado possuem interesses convergentes, mas atribuições e funções distintas, e até certo ponto antagônicas, e essas linhas divisórias devem ser mantidas para que as partes cumpram suas atribuições, sem subserviência do Estado, nem extrapolar atribuições do empreendedor. Podemos citar como exemplos recentes de promiscuidades nesse tipo de relação dois episódios envolvendo os licenciamentos ambientais de projetos de exploração mineral pertencentes a Vale, ambos no Pará, para avaliação do leitor sobre a repentina postura dos novos paladinos do meio ambiente do Estado, bem como, e principalmente, sobre a legitimidade, a legalidade e a ética da influência privada nas decisões envolvendo interesses públicos.
O primeiro exemplo é o do Projeto Bauxita de Paragominas, que apresenta irregularidades já atestadas no parecer do próprio Ministério Público do Estado do Pará (http://www.acordapara.com.br/casos/cvrd-para/imgs/parecer-ministerial.pdf), da lavra do Excelentíssimo Promotor de Meio Ambiente, Dr. Benedito Wilson Corrêa de Sá, a começar pela licença prévia, em cujo processo, apesar de cumpridos trâmites processuais do licenciamento se confundiu o público ao privado. Dentre as obras mencionadas, a construção e operação de uma estrada e a implantação e operação de uma linha de transmissão, apesar da possibilidade das concessões, são obras tipicamente de responsabilidade do poder público. Por outro lado, obras claramente de domínio privado da Vale, são a lavra, o beneficiamento e mineroduto, que deverão estar sob o controle direto da empresa. Este entendimento deriva do fato de que estas duas obras, sujeitas à avaliação específica de impactos ambientais, foram inseridas em um único EIA/RIMA, que envolve a abertura da lavra mineral e a construção da usina de beneficiamento.
Um outro EIA foi exigido para a implantação do mineroduto, mas não há elementos que permitam avaliar ou que justifiquem os motivos da dispensa do EIA/RIMA para as obras públicas, ou a inclusão das mesmas juntamente com as obras privadas da Vale. Já ficariam aí questões do passado recente relacionadas à liberação do licenciamento prévio do empreendimento que necessitariam de esclarecimentos, quem diria as irregularidades mais recentes praticadas na licença de instalação das obras, quando houve supressão e omissão de dados técnicos relevantes do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas – PRAD original, e a utilização indevida de chancela profissional em planos modificados sem autorização expressa dos autores visando à obtenção da licença de instalação do Projeto Bauxita, e ao mesmo tempo eximir-se de obrigações legais com o Estado, e poder continuar agindo de forma ‘voluntária’ como faz até a atualidade.
O segundo episódio do mesmo tipo de promiscuidade a servir de alerta foi publicado no site da Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente, em 10/10/2007, sobre a construção da usina termelétrica (UTE) da Vale em Barcarena: Além da empresa não ter apresentado alternativas tecnológicas de fontes de energia que se confrontem ao uso do carvão mineral; a análise de todas as opções de tratamento e destinação final de rejeitos; as informações sobre a concessão necessária para o uso de recursos hídricos, havendo também a necessidade de revisão da lista de impactos sócio-ambientais incluindo impactos sobre as contas públicas, comunidades diretamente atingidas e o patrimônio arqueológico; a Vale incluiu no estudo e relatório de impacto ambiental o nome de pesquisadores ligados ao Museu, apresentando a instituição como co-autora das pesquisas da UTE. O fato foi questionado pelo MP à direção do Emilio Goeldi, cuja resposta afirma que em momento algum a instituição teve esse tipo de participação.
(http://www.abrampa.org.br/novidades_noticias_detalhe.asp?idNoticia=2534).
Nelson Tembra | Belém, PA

[19/12]
To fazendo um projeto sobre uma instalação de uma empresa de botas na região do Pará,por isso gostaria de saber um pouco sobre o PIB dessa região!!! obrigada!!!
Adriana Schimith | palmas, TO

[11/12]
nao tenho nad adeclarar
Antonio R. Caianga JUnior | Maputo, AL

[08/12]
MISÉRIA, PROSTITUIÇÃO E MEIO AMBIENTE, EM INGLÊS, PARA OS LEITORES DE PARÁ NEGÓCIOS:

Misery, prostitution and environment …

The Newspaper Estadão of 25 of November of 2007 published the news of Bruno Paes, under the heading “Misery and prostitution in the track of L., 15 years old, elucidating the social roots of an episode that gained national and international repercussion. Bruno tells that the 1,24miles from the beach of the Village of the Conde - where foreign ships come of the Philippines, Croatia and Russia to search ore in the industrial complex Albras-Alunorte anchor, on to the Company Vale do Rio Doce – lives Francicléia Félix lives Alves, of 44 years, mother of five children, between them L. of 15, arrested in October and kept in a cell with 20 men in Abaetetuba, neighboring city the Barcarena, in the State of Pará, Amazonian.

… “Francicléia arrived at the Village of the Conde in 1984, one year before the inauguration of the Albras, in search of good jobs. Due to lack of study, she did not obtain and still she had to face the problems of a city that not yet seemed ready for the progress.” “When the port opened it was difficult to create the girls this way. I worked in the field and I never had laziness to catch in the hoe. But, with the job lack, today the girls prefer the easy money and go for prostitution”, say Francicléia, while she takes care of the granddaughter Victory, of 2 months, son of one of her 14 year old children, in a sultry small barrack, that divides with others 11 people…

The case is emblematic and reflects the structural disequilibrium in the regions of Brazil, ally to the implantation of great enterprises, especially in Pará, as the opening of roads, the construction of industrial plants, the implantation of great projects of mining and the projects of nesting and agrarian reform of the government, that had contributed - and they continue contributing - so that thousands of families of agriculturists and unemployed come to Pará for not finding in their places of origin the basic necessary conditions to have a worthy life, aggravating local social problems and burdening the state treasury.

We cannot confuse the primary impacts, any that is the type of exploration, with the secondary impacts of the spontaneous settling and the total deforestation associated to the slash and burn agriculture - old problems of socioeconomic origin aggravated with the historical omission and lack of planning of the State in relation to the requirement of compensations, in the process of environmental licensing of high impact enterprises, mainly of mineral exploration.

The companies are obliged to satisfy pertinent legal requirements to the environmental licensing process, while the State’s, amongst others, is to fulfill the State Politics of Environment. Through the instruments of licensing and environmental control they must be foreseen and defined compensation and mitigation of impacts, mainly of social and economical nature, being established in public audiences to who fit the attribution of each one of them, if to the entrepreneur or the municipal, state or federal public power.

The public and private entities must fulfill the process of environmental licensing anticipated, defining the measures and the compensatory, mitigation attributions and of increment of each project, that promote the economic growth of the companies and the social and economic development of the reached populations, conditioning the concession and renewal of the licenses, without which the projects cannot be installed and operate legally, to the fulfillment of these measures, so that not seeming that public power is asking for favor, or that it obtained something extraordinary.

The company Vale announced investment of U$ 50 million to change its mark. These resources would be better applied in programs to reduce infantile prostitution, for example.
Nelson Tembra | Belém, PA

[03/12]
HISTÓRIA E MEIO AMBIENTE
Fazendo uma retrospectiva histórica, o Primeiro Livro de Moisés, Gênesis, apresenta os primeiros registros históricos conhecidos sobre o meio ambiente, a criação dos céus e da terra e de tudo o que nela há. Traz ensinamentos desde a formação à queda do homem e a sua ação depredadora sobre o meio ambiente, a corrupção do gênero humano ou a perversão dos princípios éticos e morais, a depravação. Diante de tanta maldade e imoralidade que se estendem aos dias atuais, até Deus concluiu que havia se arrependido de ter feito o homem na terra, pois já era continuamente mau todo o desígnio do seu coração. As desigualdades sociais já existiam desde os tempos antigos, agravando-se no período do Império Babilônico, onde, como acontece em todo o mundo na atualidade, as classes sociais mais ricas sempre dominaram as mais pobres.

Desde os tempos bíblicos estabeleceram-se muitas leis, como a dos altares, que garante bênçãos em troca de louvor e ofertas ou doações pacíficas e espontâneas; as leis acerca dos servos ou sobre a escravidão, em suas mais diversas formas; as leis acerca da violência e da propriedade; as leis civis e religiosas; as leis sobre o falso testemunho e a injúria; as leis sobre os deveres dos juízes e até mesmo a promessa da posse da terra - aí temos as primeiras citações sobre o que seria a reforma agrária. De lá para cá pouca coisa mudou e a história vem se repetindo em ondas, como as do mar. Desde sempre, o homem insiste em contrariar ou tentar driblar as obrigações estabelecidas, até pela entidade suprema detentora de poder e controle sobre os homens e a natureza, quem diria as estabelecidas tacitamente entre os homens ou simplesmente imposta ao homem pela sociedade. O pior é que, historicamente, tudo isso vem ocorrendo em benefício de interesses particulares de minorias em detrimento (prejuízo) dos interesses da coletividade.

No princípio tudo era verde, grandes florestas reluziam sob o sol. Parece que tudo ocorreu por volta de 10 mil anos atrás, quando a terra era pouco habitada e não havia batalhas mortais, a disputa por território. Tudo era calmo, os habitantes eram formosos e robustos e não faltavam rios com bastante alimentos. Pensava-se que não havia nada que pudesse interessar ao outro mundo conhecido por “civilizado”.

De repente, os que aqui habitavam não seriam mais merecedores dessas dádivas. Talvez precisassem da ordem de reis para comandá-los e dos conhecidos jesuítas para convertê-los a Deus. A Terra de Santa Cruz (como o Brasil era conhecido na época de seu descobrimento) passou a ser a alegria de novos habitantes. Rebeliões começaram a surgir na floresta. Começava a vinda dos denominados “colonos”, com interesse, a princípio, de descobrirem ouro ou prata para os seus reinados europeus. Logo chegaram à conclusão de que poderia ser aproveitada a madeira, chamada pelos nativos de ibirapitanga, depois denominada de pau-brasil.

Foi assim que começou a devastação da Mata Atlântica, uma das mais belas e diversificadas do planeta, com mais de 25 mil espécies de plantas. É interessante notar que aquilo que a natureza criou, o homem teve o prazer de destruir, paulatinamente, para atender interesses comerciais e satisfazer classes mais abastadas. A devastação teve início no início do século XVI, prosseguindo até os dias atuais, quando restam menos de 8% da cobertura florestal original, situadas basicamente nas vertentes da Serra do Mar.

Logo após o estrago ambiental ocasionado pela exaustão do pau-brasil, veio na esteira dos interesses a exploração de outras espécies de madeiras exportáveis, o plantio e exploração da cana-de-açúcar, a exploração indiscriminada e predadora de recursos minerais, a cafeicultura, a construção de ferrovias, etc., enfim, um longo e lucrativo reinado em terras brasileiras. O Brasil foi colocado no mapa do comércio planetário, porém, junto com os dividendos que logo emigravam - e até hoje continuam a emigrar - para o exterior, seguiu-se à devastação das florestas, a escravização indígena em larga escala, os desatinos do monopólio e a monocultura, a infâmia inominável do tráfico negreiro, a vertigem do lucro fácil, o latifúndio, a pirâmide social exclusivista e a ganância desenfreada – vícios que o Brasil, em vez de eliminar, incorporou.

O pau-brasil foi o primeiro monopólio estatal usado para o pagamento dos juros do primeiro empréstimo externo tomado pelo Brasil. O pior é que a floresta foi para o brejo com a ajuda dos próprios índios, que trocavam a madeira por bugigangas, com traficantes espanhóis, ingleses, franceses e portugueses. Desde cedo, nosso país esteve nas mãos de traficantes que não respeitaram mais nada, e quando perceberam que o pau-brasil estava sendo exterminado, compilaram listas de espécies potencialmente exportáveis, principalmente madeiras de lei, algumas plantas medicinais e pássaros, além de minerais e outros recursos naturais. A ignorância pairava quanto aos dispositivos e recursos legais de proteção ao meio ambiente. A falta de critério constituiu-se em lei e ainda hoje pouca atenção se dá ao aspecto humano, ou a importância de se manter o meio ambiente saudável. Para valorizar o globo terrestre é preciso primeiro valorizar o homem. Falta a consciência naqueles que têm o poder nas mãos mas não atuam adequadamente. Neste contexto, é preocupante o futuro da Amazônia e em particular do Estado do Pará e em especial do Município de Portel, para muitos um pulmão que vai se deteriorando, mas, confiantes na seriedade e boa vontade dos nossos governantes, já estamos tomando providências para que não se repita de forma deslavada, o que ocorria antigamente, em concomitância com apadrinhamentos políticos.

A independência do Brasil foi declarada em 7 de setembro de 1822, por Dom Pedro I, mas ainda é uma realidade muito distante para ser alcançada. O adjetivo “independente” possui vários significados, dentre eles, o de não ser subordinado, o de não precisar trabalhar para viver, o de não ser passível de influência, o de ser livre de autoridade ou de domínio dos outros e o de ser soberano e não relacionado com nenhum partido.
Nelson Tembra | Belém, PA

[03/12]
TERRITÓRIO
Trazemos à reflexão o processo histórico que culminou na formação do atual território brasileiro. Para que se tenha uma compreensão ampla do significado da palavra “território” e do que está implicado nesta compreensão, território não é apenas o conjunto de formas naturais, mas um conjunto de sistemas naturais e artificiais junto com as pessoas, as instituições e as empresas que abriga, não importando o seu tamanho e poder. Um fato determinante na configuração histórica do nosso território foi a implantação de uma colônia de exploração essencialmente mercantil, fundamentada no trabalho escravo e que concedia grande autonomia aos senhores de engenho, latifundiários que se relacionavam diretamente com a metrópole, contribuindo para que a desintegração nacional ocorresse desde o início do período colonial. As terras eram distribuídas a quem as requeresse, desde que demonstrasse condições para explorá-las, caracterizando uma colonização semiprivada, onde os “colonos” possuíam o máximo de autonomia possível, e disso resultou o estabelecimento dos grandes empreendimentos agrários e mínero-mercantis no Brasil. Através da doação de terras, a Coroa transferia o ônus da colonização a empreendedores particulares e, ao mesmo tempo, preservava seus direitos sobre o monopólio do comércio externo, a cobrança de impostos e as questões militares, além de outras obrigações compensatórias, desde àquela época já impostas nos contratos de concessão, mas que nem sempre foram cobradas e cumpridas.

Em função das atividades econômicas desse processo, apesar de ainda persistirem alguns vazios de ocupação territorial, o litoral brasileiro foi sendo paulatinamente povoado até a foz do rio Amazonas, quando, em 1616, os portugueses fundaram a cidade de Belém. Persistindo o mesmo tipo de ocupação - agora pelo interior da região amazônica - até os dias de hoje, mantêm-se os velhos cenários com novos atores e figurinos, adjetivados com a sofisticação de novos vícios e recursos tecnológicos. Se levarmos em conta que em cada quilômetro quadrado da floresta amazônica ainda existem mais espécies vegetais e biodiversidade do que em toda a Europa, controlar o espaço amazônico é uma questão de vital importância, mas, em primeiro lugar, é preciso valorizar o próprio homem, ou o motivo de se manter o meio ambiente saudável. No final dos anos 60 e início de 70 tínhamos de gritar "salvemos a amazônia e o Pará" para integrá-la ao território nacional; hoje temos de gritar para protegê-la da degradação total, especialmente a humana, decorrente de problemas sócio-econômicos, pois que hoje não pertencemos mais somente ao Brasil, mas a todo o mundo globalizado.
Nelson Tembra | Belém, PA

[30/11]
NOVA VALE (rsrsrs...)
Sobre a grande reportagem com a foto do "seu boneco" publicada em O Liberal de hoje, imaginem agora, que eliminaram a única coisa de "doce" que havia na empresa, como é que vai ficar? US$ 50 milhões só para criar uma nova logomarca que mais parece com os chifres do "cramunhão"? isso é um absurdo! esses recursos seriam melhor aplicados em justas compensações para os municípios na área de influência dos projetos da mineradora, para evitar - ou tentar diminuir - os gravíssimos problemas sociais que levam à prostituição infantil, por exemplo. Mudar só o nome e não mudar de atitude é o mesmo que modificar só a embalagem de um produto de qualidade baixa ou duvidosa. O pior é que a fotografia de Roger com a logomarca ao fundo, dá a impressão que o chifre do lado direito está bem meior que o esquerdo... Maravilha! Viva o Brasil, Viva a agora só "Vale", a privada que mais investe no Brasil...
Nelson Tembra | Belém, PA

[29/11]
Miséria, prostituição e meio ambiente

O Estadão de 25 de Novembro de 2007, publicou a brilhante matéria de Bruno Paes Manso, sob o título “Miséria e prostituição na trilha de L., 15 anos, elucidando as raízes socioeconômicas de um episódio que ganhou repercussão nacional e internacional. Bruno relata que a 2 quilômetros da praia da Vila do Conde - onde ancoram navios estrangeiros vindos das Filipinas, Croácia e Rússia para buscar minério no complexo industrial Albras-Alunorte, ligado à Companhia Vale do Rio Doce - vive Francicléia Félix Alves, de 44 anos, mãe de cinco filhos, entre eles L. de 15, presa em outubro numa cela com 20 homens em Abaetetuba, cidade vizinha a Barcarena, no Estado do Pará.

...“Francicléia chegou à Vila do Conde em 1984, um ano antes da inauguração da Albras, em busca de bons empregos. Por falta de estudo, não conseguiu e ainda teve de enfrentar os problemas de uma cidade que ainda não parecia pronta para o progresso.” “Quando o porto abriu ficou difícil para criar as meninas por aqui. Eu trabalhava na roça e nunca tive preguiça de pegar na enxada. Mas, com a falta de emprego, hoje as meninas preferem o dinheiro fácil e vão para a prostituição", diz Francicléia, enquanto cuida da neta Vitória, de 2 meses, filha de uma de suas filhas, de 14 anos, em um barraco pequeno e abafado, que divide com outras 11 pessoas...

O caso é emblemático e reflete o desequilíbrio estrutural nas regiões do Brasil, aliado à implantação de grandes empreendimentos, especialmente no Pará, como a abertura de estradas, a construção de usinas hidrelétricas, a implantação de grandes projetos de mineração e os próprios projetos de assentamento e reforma agrária do governo, que contribuíram - e continuam contribuindo - para que milhares de famílias de agricultores e desempregados migrem para o Pará por não encontrarem em seus locais de origem as condições básicas necessárias para se ter uma vida digna, agravando problemas sociais locais e onerando o erário.

Não podemos confundir os impactos primários, qualquer que seja o tipo de exploração, com os impactos secundários da colonização espontânea e o desmatamento total associados à agricultura de corte - queima problemas seculares de origem socioeconômica agravados com a histórica inoperância e/ou omissão e falta de planejamento do Estado em relação à exigência de compensações, no processo de licenciamento ambiental de empreendimentos altamente impactantes, principalmente os de exploração mineral.

As empresas são obrigadas a satisfazer exigências legais pertinentes ao processo de licenciamento, enquanto o papel do Estado, dentre outros, é cumprir a Política Estadual de Meio Ambiente. Através dos instrumentos de licenciamento e controle ambiental devem ser previstas e definidas medidas de compensação e mitigação de impactos, principalmente as medidas de natureza socioeconômica, sendo estabelecido em audiências públicas a quem cabe a atribuição de cada uma delas, se ao empreendedor ou ao poder público municipal, estadual ou federal.

As entidades públicas e privadas devem cumprir o processo de licenciamento ambiental, definindo antecipadamente as medidas e as atribuições compensatórias, mitigatórias e de incremento de cada projeto, que promovam o crescimento econômico das empresas e o desenvolvimento social e econômico das populações atingidas, condicionando a concessão e renovação das licenças, sem as quais os projetos não podem se instalar e operar legalmente, ao cumprimento dessas medidas, para depois o Estado não ter de correr atrás, parecendo que está pedindo favor, ou que conseguiu algo extraordinário.
Nelson Tembra | Belém, PA

[29/11]
Lambe-lambe

Agência Estado também publicou, no último dia 20, que “Lula quer inaugurar substituta da Ceará Steel até 2010”. A companhia Siderúrgica de Pecém será construída pela Vale do Rio Doce e a coreana Dongkuk.
"O LIBERAL" publicou a notícia mais completa, pois informou nesta mesma ocasião, que coube a Agnelli e ao Governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), a fervorosa defesa do uso do carvão mineral, que ambientalistas classificam como altamente poluente.
"Tivemos toda a preocupação com a questão ambiental e visitei unidades que utilizam carvão", disse o governador. "Nesses lugares você é capaz de lamber o chão", disse, provocando risos na platéia onde estavam quatro ministros, empresários do setor, e muitos parlamentares cearenses. Lamentavelmente, gente graúda literalmente “lambe o chão” por onde passam os projetos da giga-mineradora.
O impacto radiológico resultante da queima do carvão para gerar energia elétrica vem sendo investigado no Reino Unido pelo National Radiological Protection Board (NRPB), considerando várias formas de exposição: liberação de cinzas e radônio para atmosfera, descarte de cinzas, uso desse material como subproduto industrial e outras. Resultados preliminares indicam que as exposições mais elevadas resultam do emprego das cinzas na construção civil e que a liberação na atmosfera contamina a vegetação local.
Resta saber se o governador do Ceará pretende utilizar o volume gigantesco de cinzas na construção de casas populares para os queridos irmãos nordestinos, como forma de tratamento e destinação desses resíduos, o que chegou a ser ventilado aqui no Pará.
No Pará, o Ministério Público Estadual condenou a versão original do projeto e mandou a Vale refazer o “dever de casa” relativo ao licenciamento ambiental da Usina Termelétrica que a empresa deseja implantar no município de Barcarena. Enquanto há resistência no Pará, existe toda a receptividade no Ceará, e tudo indica que os neocolonizadores da Amazônia continuarão levando o minério e a energia elétrica paraense para beneficiamento e agregação de valor em outras praças, não ficando aqui nem o apito do trem. Enquanto os cearenses começam a lamber o chão, os paraenses continuam lambendo sabão...
Nelson Tembra | Belém, PA

[29/11]
Lambe-lambe
Agência Estado publicou, no último dia 20, que “Lula quer inaugurar substituta da Ceará Steel até 2010”. A companhia Siderúrgica de Pecém será construída pela Vale do Rio Doce e a coreana Dongkuk.
"O LIBERAL" publicou a notícia mais completa, pois informou nesta mesma ocasião, que coube a Agnelli e ao Governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), a fervorosa defesa do uso do carvão mineral, que ambientalistas classificam como altamente poluente.
"Tivemos toda a preocupação com a questão ambiental e visitei unidades que utilizam carvão", disse o governador. "Nesses lugares você é capaz de lamber o chão", disse, provocando risos na platéia onde estavam quatro ministros, empresários do setor, e muitos parlamentares cearenses. Lamentavelmente, gente graúda literalmente “lambe o chão” por onde passam os projetos da giga-mineradora.
O impacto radiológico resultante da queima do carvão para gerar energia elétrica vem sendo investigado no Reino Unido pelo National Radiological Protection Board (NRPB), considerando várias formas de exposição: liberação de cinzas e radônio para atmosfera, descarte de cinzas, uso desse material como subproduto industrial e outras. Resultados preliminares indicam que as exposições mais elevadas resultam do emprego das cinzas na construção civil e que a liberação na atmosfera contamina a vegetação local.
Resta saber se o governador do Ceará pretende utilizar o volume gigantesco de cinzas na construção de casas populares para os queridos irmãos nordestinos, como forma de tratamento e destinação desses resíduos, o que chegou a ser ventilado aqui no Pará.
No Pará, o Ministério Público Estadual condenou a versão original do projeto e mandou a Vale refazer o “dever de casa” relativo ao licenciamento ambiental da Usina Termelétrica que a empresa deseja implantar no município de Barcarena. Enquanto há resistência no Pará, existe toda a receptividade no Ceará, e tudo indica que os neocolonizadores da Amazônia continuarão levando o minério e a energia elétrica paraense para beneficiamento e agregação de valor em outras praças, não ficando aqui nem o apito do trem. Enquanto os cearenses começam a lamber o chão, os paraenses continuam lambendo sabão...
Nelson Tembra | Belém, PA

[05/11]
Premonições...

Esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não podem ou não devem ser vulgarizados. Não sou esotérico, mas ao aproximar-se o mês de dezembro, posso arriscar algumas previsões para as declarações que Roger Agnelli deverá fazer durante o balanço de fim de ano da Companhia Vale do Rio Doce, o que provavelmente, a exemplo dos anos anteriores, deverá ser realizado na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Agnelli deverá afirmar que “com os investimentos de bilhões e bilhões de reais da Companhia Vale do Rio Doce no Pará nos próximos anos, é possível que mais de um milhão de pessoas de outros Estados seja atraído para terras paraenses. A multidão de migrantes criará novas demandas de infra-estrutura e serviços ao cidadão que não vêm sendo supridos pelo Poder Público”. “Isso poderá inviabilizar grandes projetos e, em conseqüência, travar o crescimento econômico do País”. “Há grandes projetos que não são viáveis, porque os gastos com o que não é feito pelo Poder Público são imensos”. O gasto social “acaba tendo que ser incorporado pelas grandes empresas e encarecem os projetos. O resultado é o retorno financeiro aquém do esperado devido ao não cumprimento de obrigações por parte das prefeituras, governos estadual e federal”.

Mas o executivo não deverá falar sobre os royalties que geram emprego, mas não garantem o desenvolvimento. Sob o título “O perfil econômico do município de Parauapebas e os reflexos sociais resultantes da compensação financeira pela exploração de recursos minerais”, um estudo conduzido por pesquisadores da UFPA traz duas revelações importantes. A primeira relativa ao distanciamento entre arrecadação e apuração, concluindo a pesquisa com base na análise da legislação e em dados oficiais do DNPM, que valores expressivos deixaram de ser efetivamente recolhidos pela Companhia Vale do Rio Doce. A segunda é referente à estrutura de gastos do município de Parauapebas (PA), que revela que a destinação dada aos recursos oriundos da CFEM está longe de criar as condições básicas para o desenvolvimento social e econômico que inspiraram a sua criação. A CFEM, segundo a pesquisa, pode servir como instrumento econômico para uma política capaz de canalizar parte da riqueza gerada pela mineração, que não é permanente, para outras formas sustentáveis de riqueza, o que faria com que a região continuasse o seu desenvolvimento após o término da atividade mineral. O perfil de gastos, porém, não é nem um pouco animador quanto à possibilidade de que possa vir a ser alcançado esse objetivo. Pelo contrário. Os números mostram que, ao se exaurirem as reservas minerais que hoje se acham em exploração, o município se achará sem perspectivas de crescimento econômico e enfrentando problemas sociais muito graves.

Agnelli deverá dizer que, em 2010, o Pará, que é o sétimo maior exportador do Brasil e o quinto em saldo de divisas, deverá estar gerando bem mais de US$ 8 bilhões líquidos para as contas externas nacionais, uma contribuição que apenas duas ou três outras unidades da federação também poderão dar. Mas não mencionará que, enquanto representa quase 80% do valor do comércio internacional paraense, a produção mineral tem papel pouco expressivo na formação da riqueza interna. A mineração entra atualmente com cerca de 4% da receita estadual de impostos, graças às isenções e vantagens concedidas pela União aos exportadores de semi-elaborados. Mesmo multiplicando por cinco o valor da produção na década, o peso da mineração será de 18% da renda tributária em 2010, segundo estimativa do próprio governo do Estado.

O executivo também não deverá dizer que o Pará não é um dos melhores Estados em Índice de Desenvolvimento Humano, mesmo tendo o segundo maior território e a 9ª população brasileira, e que não avançará muito nesse item se depender do boom mineral, que provoca crescimento e não desenvolvimento. O Pará parece fadado a ocupar seu lugar mineral sujeito à circunstância de ficar grande sem ficar rico.

Agnelli deverá reclamar da insuficiência na oferta de energia elétrica diante dos planos de expansão da empresa, mas outro aspecto que não deverá ser mencionado é sobre quem desembolsa a energia elétrica que é subsidiada para a Vale, que são os pobres consumidores residenciais. O Brasil, particularmente o Pará, estão entre os maiores exportadores de energia elétrica subsidiada na forma de minérios para os países industrializados.

Outra crítica pontual deverá dizer respeito à burocracia em torno da legislação ambiental do País. Ele deverá considerar que há excesso de interlocutores, o que dificulta as decisões sobre questões decisivas para economia e o desenvolvimento brasileiro. “Para dar início a um grande projeto é preciso explicar o mesmo argumento mais de 60 vezes”. “A discussão passa pelas prefeituras, pelas câmaras municipais, pelas secretarias de meio ambiente, pelas assembléias legislativas, Ministério Público, pelo governo federal, movimentos sociais e Funai”. Ele deverá defender ainda que as regras ambientais devam ser aplicadas, mas reivindicará clareza nos procedimentos e na discussão com agentes qualificados que possam debater os projetos com conhecimento técnico.

O ano deverá ser classificado como mais “um ano de recordes”. A Companhia Vale do Rio Doce deverá comemorar o mais alto valor de mercado da história, dezenas e dezenas de bilhões de dólares. A receita bruta, o lucro líquido e a geração de caixa serão de bilhões e bilhões de reais.

Outro destaque que deverá ser feito são os investimentos em projetos de responsabilidade sócio-ambiental, segundo Agnelli uma “prioridade da empresa”. Os números da Vale deverão indicar que em 2007 foram investidas algumas centenas de milhões de reais nessa área. O executivo deverá ressaltar que as ações da Companhia beneficiam mais de três milhões de pessoas em 500 municípios no Pará, Maranhão, Espírito Santo e Rio de Janeiro, Estados em que a Vale está instalada. Contudo, não deverão revelar que tais investimentos correspondem a poucos décimos ou mesmo centésimos percentuais do seu valor de mercado, idem da receita bruta, da receita líquida, dos seus investimentos acumulados e das novas aquisições de empresas.

Resta aguardar para conferir. Se as "previsões" forem confirmadas, garanto que não irei montar um “Congá”.
Nelson Tembra | Belém, PA

[22/10]
A luz dessas considerações, não hesito em afirmar que o Pará
foi adotado por gente competente. Por fim, estamos tentando argumentar, fomentando a importancia dos projetos ambientais embassadas junto ao tratado de Kioto.Não se trata de afirmação paradoxa.Evidentemente, que o Pará tem que exercitar o seu direto incidido junto ao meio ambiente, ou seja, prover as suas cotas junto ao tratado de Kyoto.
mario pontes muniz | São Jose do Rio Preto, SP

[19/10]
Parabéns, garoto.
Vou usar alguma coisa daqui no 70.
Forte abraço.
Olad Dutra | Belém, PA

[11/10]
Caro Rubens de BH, É ISSO MESMO...
Gabriel Guerreiro Galáctico, protetor da via láctea, domador de cometas... que protege a nação em nome de Vera Mar...
Nelson Tembra | Belém, PA

[06/10]
BOI DE PIRANHA...

Estive refletindo um pouco mais sobre a UTE de Barcarena e cheguei à conclusão de que, até agora, todos estiveram concentrados e preocupados exclusivamente com o licenciamento da construção e operação da usina em si, e esquecidos sobre uma coisa igualmente muito importante: que é necessário, antes da aprovação da instalação da Planta da UTE, OBRIGATORIAMENTE, haver o licenciamento ambiental específico para o carvão mineral que se pretende importar.

É preciso licenciar primeiro a importação do combustível. É necessário conhecer exatamente a origem (se da China, Colômbia, Moçambique ou Austrália) e a composição química, além dos volumes, especialmente considerando que certos tipos de carvão mineral estão associados, inclusive, a certas substâncias radioativas.

Parabéns ao Dr. Hélio Gueiros que, quando Governador do Estado, impediu que transformassem a Serra do Cachimbo em um enorme depósito de lixo radioativo.
Nelson Tembra | Belém, PA

[30/09]
Ao longo do último século, principalmente após a Revolução Industrial, os países começaram uma vertiginosa escalada de crescimento econômico o que gerou o aumento da demanda energética, não só em função das necessidades das indústrias em expansão, mas também por causa do crescimento da população mundial. A conseqüência mais direta é o aumento da temperatura média do planeta em função da concentração de CO2, numa média de 0,4% anuais. Este aumento se deve principalmente à utilização crescente de combustíveis fósseis e à destruição das florestas tropicais.

Encerrou, aos 28 de Setembro de 2007, rodada de audiências públicas convocadas pelo Ministério Público do Pará, para discutir o projeto da Companhia Vale do Rio Doce que pretende instalar uma Usina Termo Elétrica – UTE alimentada por carvão mineral em Barcarena. As reuniões servirão de base na análise da Secretaria de Meio Ambiente – SEMA, que definirá se a obra receberá licença prévia. A aprovação desse projeto deve passar por uma rigorosa análise quanto à eficiência dos sistemas de tratamento propostos dos efluentes sólidos, líquidos e gasosos que serão gerados, bem como, os quantitativos que serão lançados no meio ambiente.

A aprovação do projeto poderá representar uma importante contribuição para aceleração do processo de aquecimento global, na medida em que, através da queima de combustíveis fósseis, no caso o carvão mineral, devolverá abruptamente à atmosfera aquilo que a natureza levou milhões de anos para retirar e acumular no sub-solo, sem mencionar os sérios casos prováveis de perturbação à saúde humana.

A opção pelo carvão mineral, certamente, é a alternativa mais econômica. É mais fácil e barato para a empresa importar o carvão mineral da Colômbia ou da China do que investir em alternativas ecologicamente corretas, porém mais onerosas, tendo que enfrentar a legislação ambiental brasileira. Qual a razão para não terem planejado um forte programa de reflorestamento para produção de carvão vegetal nas áreas já degradadas do Pará? Isso seria mais vantajoso, pois geraria menos poluição e teria um impacto social e econômico infinitamente maior, através da geração de emprego e renda e da inserção econômica das áreas de antropismo. Além disso, as áreas de reflorestamento, durante a fase de desenvolvimento das espécies cultivadas, gerariam importantes quantidades de créditos de carbono, contribuindo para a redução do aquecimento global.

Queimar significa desencadear reações poderosas, muitas delas irreversíveis; significa basicamente oxidar o carbono e alguns outros elementos (inorgânicos e metálicos), consumindo o ar, portanto consumindo o oxigênio e o nitrogênio do ar. Queimar não é somente esquentar muito, mas esquentar rapidamente, mudar pressões e densidades dos materiais, modificarem combinações químicas e moleculares, mantendo-se, entretanto, a soma total de massa e energia constante, conforme os princípios da termodinâmica.

Os estudiosos das ciências naturais consideram a queima como uma reintrodução dos elementos, de seus íons e compostos nos ciclos bioquímicos prevalecentes, uma reintrodução de origem antropogênica. A queima lança no ar e deixam no chão, nos locais da queima e nas instalações onde se deu a queima, três tipos principais de substâncias e de compostos: 1) os hidrocarbonetos – CxHy -, inclusive os aromáticos e os policíclicos aromáticos (P.C.A.), os óxidos (CO, CO2) e os fotos oxidantes, como o peroxi-acetil-nitrato (P.A.N.); 2) os elementos inorgânicos, (Enxofre – S -, o Nitrogênio -N -, o Potássio – K -, o Flúor – F – dentre outros) mais os seus compostos oxidados (SO2, NO, NO2, p.ex.) ou combinados com hidrogênio (p.ex.HF. HNO3) ou com metais (nitratos, sulfatos); 3) pequenas proporções de metais pesados, ou de íons, sais e óxidos destes metais (p.ex. Al, As, Cu, Hg, Pb, Cd, Cr, Sb).

Estas substâncias e compostos provêm da queima dos numerosos materiais há muito tempo utilizados pelos homens: lenha, carvão vegetal, turfa; óleos e tortas obtidos das carnes e vísceras animais, das sementes e dos grãos; bagaços, palhas, cascas e fibras dos gêneros alimentícios beneficiados ou processados. Mas os atuais coquetéis poluentes provêm principalmente da queima de carvão de pedra (mineral), (antracita, hulha, linhita), dos óleos minerais e dos gases do subsolo, e provém da queima de qualquer um dos seus derivados, inclusive das sucatas e resíduos destes produtos (p.ex. queima dos restos de plásticos e
borrachas).

O resultado imediato de cada queima é, portanto a produção de outros compostos, gases, misturas de gases, vapores, líquidos e partículas em suspensão, cinzas e borras. Mas o resultado acumulado de todas as queimas é uma enorme desproporção entre as quantidades e as concentrações hoje emitidas – e aquelas quantidades e concentrações estimadas para a nossa era geológica, até um ou poucos séculos atrás. Isto vale para o CO, para o CO2, para os CxHy (destacando-se o metano e o benzeno), vale para os SOx e NOx, para a grande maioria dos compostos inorgânicos e para alguns dos compostos foto-oxidantes; esta desproporção é um verdadeiro salto qualitativo inédito.

São necessárias precauções antes de aprovar tais licenças ambientais, pois a concepção do projeto se choca aos procedimentos preconizados pela Rio ECO – 92, Protocolo de Kyoto e Convenção Quadro sobre mudanças do Clima (UNFCCC), que são adotados por países mais desenvolvidos e até por alguns menos desenvolvidos que o Brasil, os quais refugam e proíbem o emprego de tal alternativa em seus territórios. Enquanto políticos de diversas partes do mundo chegaram, em fevereiro de 2007, a um novo acordo para amenizar as mudanças no clima do planeta, pois vários países concordaram que as nações em desenvolvimento têm de reduzir emissões de carbono, assim como os países ricos, a Vale pede licença ao Estado para trilhar o caminho inverso na Amazônia, isso depois de veicular pesadamente na imprensa que suspenderia a compra de carvão vegetal de fornecedores não regularizados, a pretexto de defender o meio ambiente.
--
Nelson Tembra
Engº Agrônomo
CREA/PA 4.765-D
Nelson Tembra | BELÉM, PA

[28/09]
É de grande importância ressaltar os projetos da cadeia produtiva do alumínio,pois,uma parte considerável desses projetos alojam-se em nosso estado.Esses projetos devem ser observados com grande atenção,de modo que os meios competentes venham saber como essas explorações em nossos solos estão ocorrendo,se estão ocorrendo corretamente com os devidos respeitos ao nosso ambiente.Alías,tais explorações geram impactos,conseqüências muitas das vezes maleficas e irreparaveis.Conseqüências que poderam chegar a nós na pior das ipoteses.Pena que uma empresa considerada um dos maiores complexos de produção de alumínio e alumina do mundo que lucra absurdos por ano e explora nossas riquezas e trata seus trabaladores com tanta descrepância.Tal empresa com o objetivo de aumentar a produção e o lucro,tal empresa implantou o turno fixo,que está causando a demissão de vários trabalhadores desde sua implantação.O turno fixo é puro retoceso nas relações trabalhistas,pois,enquanto parte do mundo avança na redução de trabalho sem redução de salário, a empresa faz tudo ao contrário,levando seus funcionários ao trabalho análogo escravo...sendo uma jornada de trabalho de 33,6 horas para 48 horas,sendo que essas horas não estão sendo pagas aos trabaladores.Será realmente que essas empresas são essas coisas boas que todos pensam?
Yuri Nassar | Belém/PA, PA

[04/09]
É importante,pois, ressaltar que nós Brasileiros estamos orgulhos que o Estado do Para,tem apresentado sua exuberancia e Beleza, bem como tem apresentado ao Brasil e ao mundo globalizado que tudo é possivel.
MARIO PONTES MUNIZ | são jose do rio prete, SP

[08/07]
Raimundo, creio que seria importante produzir uma matéria sobre a homenagem especial da SBPC ao Lúcio F. Pinto. Não está tendo a repercussão que merece essa homenagem...
Raimundo Moraes | Belém, PA

[27/06]
O dep. Gabriel Guerreiro é engraçado. Na constituição de 88 fez uma patriotada no melhor estilo Chavez-Morales e nacionalizou a mineração, condenando a mineração brasileira a anos de trevas. Depois foi o responsável pela gestação dessas unidades de conservação recém criadas pelo ex-governador (ex graças a deus) Jatene, sem critérios técnicos e estudos a altura, colocando as riquezas minerais, que são o grande fomentador de desenvolvimento no Pará, em último plano, enterrando a mineração do oeste do Pará também em trevas. Agora, finalmente resolve apoiar a mineração sobre essa taxação poluidor-pagador, dizendo que a Vale será penalizada. Terá toda essa preocupação repentina sido turbinada pelos 60 mil reais doados pela Vale para a sua campanha, nobre deputado? Pobre Pará...
Rubens Silva | Belo Horizonte, MG

[04/06]
Em entrevista a BBC, o presidente Lula falando da política do etanol diz que "o solo da Amazônia não é apropriado para o cultivo da cana" e que "a Amazônia não é área que serve para produzir cana". Qual a sua análise sobre o parecer agronômico do nosso polivalente presidente?
Rosyan Britto | Belém, PA

[31/05]
Deve-se pesar as consequências, mesmo não havendo possibilidade de comparação de danos é preciso minuciosamente analisar as causas e futuros danos. Se a degradação for naturalmente reparável, mesmo que a longo prazo o projeto pode continuar, assim conservando o emprego de muitas pessoas que podem sofrer danos irreparáveis.
Lucas Vasconcelos | sao paulo, SP

[29/05]
Quanto à pesquisa Alcoa-Juruti: Não podemos simplesmente responder "sim" ou "não". O fato é... está em desacordo com as leis ambientais, Suspende. Está de acordo, não suspende.
A forma como a pergunta foi feita não me permite expressar minha opinião. Muito menos refletirá a realidade. Sugiro, se possível, disponibilizar alternativas para que o resultado da enquete não tendencioso, ou seja, tenha o viés dos desinformados.
Marcelo Melo | Santarém, PA

[21/05]
Parabéns pelo trabalho!
Gostei do site. Porém, gostaria de lhes fazer um pedido...falem sobre o PIB paraense por favor! estou fazendo um trabalho sobre isso, e quanto mais informações melhor.
Priscila Nunes | Belém, PA

[06/05]
Parabéns , seu site traz informações privilegiadas e atuais . Apesar de não estar no pará acompanho sempre as notícias .
Clóvis Murari | Itaúba, MT

[09/02]
Quem leu o texto sobre essa questão da jazida da Rio Tinto impressiona-se com a alegação do Sr. Adalberto Veríssimo de que a empresa deve investir seus 4 bi em área que contempla 10% da jazida. Alguém que faz uma afirmação técnica dessa natureza não possui o menor entendimento sobre o que é mineração. Fica a preocupação para o estado do Pará em saber a que tipo de profissional foi dada a tarefa de fazer um macrozoneamento. Um profissional ligado a ambientalistas internacionais e que é totalmente ignorante no que se refere a atividade que mais impacta a balança comercial, que é a mineração. Vamos acompanhar os próximos capítulos dessa novela, cuja ignorância e arrogância desse técnico já acusou os primeiros vilões. Pobre Pará...
Rubens Silva | Belo Horizonte, MG

[08/02]
Como geólogo me sinto indignado com as alegações do Sr. Veríssimo, pois como a empresa irá investir R$ 4 bi se a maior parte dos recursos minerais estão dentro da área de preservação permanente.
O minério está onde está, onde a natureza o criou, tem o que chamamos de rigidez locacional. Cabe a comunidade afetada decidir se quer ou não o investimento, e não um bando de ambientalistas que sentam num boteco para discutir meio ambiente. Além do mais a lei de macrozoneamento, citada pelo Sr. Veríssimo, contempla os recursos naturais e minério é um recurso natural e a lei pode ser mudada a qualquer tempo. Em qualquer outro estado um investimento desse seria muito bem vindo, mas parece que o estado não se importa com isso, pois escuta muito ambientalista que não põem comida no prazo do povo. Aliás deve-se perguntar ao sr. Veríssimo se ele sabe que tudo que nos dá conforto hoje é dia é produto da mineração que o mesmo agora quer proibir, não se sabe com que interesses.
Paulo Almeida | Belo Horizonte, MG

[06/02]
Valeria noticiar o conteúdo de reunião ocorrida ontem, dia 5, na sede da FAEPA (Dr.Moraes, esq. Gov.José Malcher) entre Diretoria/Associados da Federação da Agricultura e alto escalão do BASA. Matéria tão importante quanto à noticiada sobre retorno de incentivos no Pará. Aplausos as suas publicações.
SANT´ANA PEREIRA | Belém, PA

[21/12]
A Comunidade Européia, leva o que, com essa "bôa ação", nimguém faz nada sem retorno, esse repasse tem que ser bem discutido com o povo brasileiro, principalmente com o povo do Oeste do Estado do Parà.
Será que vale a pena.
Gilson Tadeu de Lima | Manaus, AM

[30/11]
Há muito que, infelizmente, percebo que nosso estado do Pará é uma ilha de pobreza cercada por uma mar de "prosperidade". Falo isso quando me refiro que a Oeste Manaus com o advento do gasoduto Coarí-Manaus, vai simplesmente nos deixar no chinelo frente as possilidades de crescimento econômico, com barateamento dos custos de produção de energia elétrica distribuídas às indústrias do pólo da Zona Franca de Manaus, por sua vez a frota de veículos, nisso os taxistas derão amplamente bneficiados e na seqüência_ tal qual vemos no RJ, onde a tarifa é muito barata, em relação a Belém, por exempl_ o turismo por tabela. Ao sudeste-sul o Tocantins avança em todas as direções do plano agropecuário, com melhoria genética de seus rebanhos, e culturas agrícolas, alem de uma ótima infra-estrutura rodoviária. A Leste, o vizinho Maranhão, alem do porto de Itaqui, do projeto Alumar, levou a siderurgica de lingotes de aço que perdemos na falta de habilidade política de nossas lideranças.
O que fica é apenas o horizonte, frio, imenso e tenebroso dum mar sem fim, aqui pobreza crônica diante de 86 municípios com IDH abaixo de 0,5 não é nenhum alento, muito pelo contrário, é uma tristeza sem fim que ao longo dos últimos doze anos não se vanaçou em quase nada, e agora a realidade, as contas estão bastante comprometidas com despesas correntes, condição que nunca nos foi esclarecido.
É risivel, uma tragédia abismal de um povo que não vislumbra nenhuma ponta de esperança no infinito horizonte, até a esperança parece ter entrado de recesso por causa do geton que não caiu na conta depois da derrota da sua troupe dos "marfagarfos".
Kleber Duarte | Belém, PA

[30/11]
Oi Raimundo! Recebo a newsletter do Para Negocios e como trabalho na Embrapa Amapá vejo que há muitos assuntos do nosso interesse diário de leitura...gostei do artigo do Manuel Dutra, bem esclarecedor! falando em artigo, que tal abrir mais espaço para pesquisadores que conseguem escrever em linguagem mais simples? acho que as assessorias de instituições de pesquisa em todo o Norte podem ser um canal pra captar artigos nesta linha...que tal? daí vc poderia adotar critérios editoriais. fica aí a sugestão. abraços!!!! saudades de Belém e da convivência no trabalho contigo.
Dulcivania | Macapá, AP

[26/09]
Estou trabalhando fora de Belém. Ficarei no Rio Grande do Sul até dezembro próximo e depois irei residir em Manaus.
As notícias que recebo por meio do Pará Negócios são importantes para me manter atualizado sobre as "coisas" do nosso Pará.
Parabéns e obrigado
Nélio Rezende | Belém, PA

[26/09]
Acho muito interessante conhecer opiniões adversas ao meu ponto de vista. Me enriquece.
Adimiro muito os argumentos do professor Manuel Dutra, que tem referências históricas importantes.
Acredito até o fim que erros passados não podem ser repetidos, como a reeleição presidencial, "prejudicial à democracia"- Marco Aurélio de Mello, por exemplo.
Procuremos não nos prender a partidos ou a ideologismos crias de ressentimentos da época do militarismo.
O que vale hoje, na consciência moderna dos jovens é a necessidade da MUDANÇA, do provar o novo.
Wanildo Pereira Lopes | Ananindeua, PA

[25/09]
Senhor Redator,
Quando for possível, o Senhor poderia ser mais claro em relação ao papel da mídia. Pois o artigo "a onça (não) comeu a menina", me deixou confuso; talvez eu não tenha feito uma leitura atenciosa ou por outro motivo qulaquer, não tenha alcançado o objetivo.
Crisomar Lobato | Belém, PA

[23/09]
Para nós aqui do Sul do Pará este site tem apresentado um serviço de qualidade com matérias imparciais e mostrando os dois lados dos fatos, acontecimentos e situações importantes para o nosso crescimento. Parabéns à toda aquipe do PARÁ NEGÓCIOS. Este é mais um instrumento criado em prol da democracia do Brasil, tão sonhada pos nós aqui desta região tão distante.
Idelson Gomes | Rio Maria, PA

[22/09]
Raimundo Pinto
Parabéns pelo artigo do Manuel Dutra. Brilhante, lúcido, esclarecedor. Muita gente ainda não percebeu e ainda se escandaliza quando a mídia é acusada de ter virado partido político. Não é este o seu papel. O resultado disso tudo será o descrédito, como já acontece nos Estados Unidos.
Paulo Roberto Ferreira | Ananindeua, PA

[22/09]
continuação ...que não assina seu nome, me deixa perplexo.
Como um jornalista se coloca na crítica visão de que toda a mídia está confusa e só ele tem a capacidade de perceber as coisas? O que está acontecendo no Brasil é vergonhoso! A imprensa, com muitos jornalistas capacitados e reconhecidos, estão tentando destrinchar esse emaranhado de atitudes vergonhosas e repudiantes, que tem o aval do senhor "eu não sei de nada".
Vejam senhores quem rodeia os candidatos e me digam quem está cingido de pessoas sérias e que não estão envolvidas em escândalos. Vejam quem sobe ao palanque e surpreende a todos com convidados no mínimo inusitados?
Este espaço acredito ser lido por pessoas que tem senso crítico necessário para perceber as coisas sem necessariamente ir por uma pessoa extemporânea. Mas, democracia é isso.
Wanildo Pereira Lopes | Ananindeua, PA

[22/09]
Sobre o artigo "A algazarra mídia-Lula e a historinha da onça que (não) comeu a menina"

A cada dia me convenço de quando a pessoa é PT, morrerá PT.
O artigo do jornalista
Wanildo Pereira Lopes | Ananindeua, PA

[14/08]
Esse site é maravilhoso. Informativo, atual, fácil de acessar. Parabéns pelas matérias. Não há textos com esse tipo de conteúdo na imprensa paraense.
Alessandro Coimba | Belém, PA

[02/08]
Companheiro Raimundo José

Parabéns pela sua iniciativa! O site está informativo, clean e acima de tudo factual.

Fico - como sempre - na torcida por suas novas conquistas !

Vocè, competente jornalista, dá brilho ao mundo agitado dos negócios via Internet.

abr,

Sônia Araripe
Sônia Araripe | Rio de Janeiro, RJ

[31/07]
Recebi a informações deste novo e eficiente canal de comunicação digital por um amigo e fiquei imensamente feliz pelas informações técnicas contidas no site.
Parabéns meu caro Raimundo Pinto, sabendo que quem ganha o presente é o Pará, somos todos nós.
Associação Itakyra "compartilhando compromissos"
www.itakyra.org.br
A. Luiz Fernandes | Canaã dos Carajás, PA

[04/07]
Ave, Raimundo! O espaço é minha fonte de consulta diária. Vida longuíssima ao site.
Jeso Carneiro | Santarém, PA

[13/06]
Estudo Administração Ambiental e procurava um site como o seu. Parabéns.!
Alessandra Bitar | Belém, PA

[10/06]
Parabéns pelo site. O visual é bem moderno e as informações objetivas e distintas do que circula na grande imprensa. Um abraço e sucesso.
Guto Ferreira | Belém, PA

[03/06]
Prezado R.J.Pinto:
muito bom o seu blog: claro, sintético e objetivo, fácil e gostoso de ler...gostei das secções, entrevista, notícias,e artigos. Muito boa a enquete sobre o Greenpeace...a maioria da população está com a razão! Longa vida a ele. Cordiais saudações democráticas e literárias:
LUIZ LIMA BARREIROS / OAB-2069
clicluizlima@yahoo.com.br
LUIZ LIMA BARREIROS | BELÉM, PA

[31/05]
A informação técnica de qualidade produzida por organismos como a Embrapa, UFPA, dentre outros, ressentem-se de um espaço para divulgação de seus trabalhos. Onde o investidor e o pesquisador possam se encontrar sem conflitos.
Equívocos primários alimentados pela ingerência e desinformação de grupos ideológicos só contribuem para o atraso da região. Espero que o espaço contribua para colocar a verdade de várias dessas conquistas (como o do desenvolvimento genético bovino) e lançar luz sobre os avanços já alcançados pela pesquisa e execução de projetos de grande porte e aqueles no âmbito da agricultura familiar.
Parabéns à iniciativa.
Val-André Mutran | Brasília, DF

[29/05]
Oie Raimundo.
É sempre muito bom construir algo. Parabéns pela ousadia, pela iniciativa. Tenho certeza do sucesso da empreitada. Você é um grande jornalista, profissional sério, competente, uma reserva ética que muito nos orgulha. estou na torcida e na audiência do site. Conte comigo. Super abraço .
Sula Maciel | São José dos Campos, SP

[28/05]
Caro amigo Raimundo José Pinto.
Parabéns pelo seu Pará Negócios. O Pará, a Amazônia e o Brasil precisavam há muito de um sitio destinado a informações econômicas - e sociais - da nossa região. Nada melhor do que um jornalista com a sua credibilidade, e visão, para estar à frente dessa empreitada. Sucesso e conte com a gente!
Grande abraço do amigo e irmão de sempre.
Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense | Brasília, CE

[24/05]
Parabéns pelo trabalho. Espero que as matérias sejam ampliadas e que possam se transformar em espaço permanente de informações precisas, como suas matérias constumam ser, sobre os negócios no Estado do Paré e da Amazônia.

Aline Brelaz
Aline Brelaz | Belém, PA

[24/05]
Parabéns pela iniciativa! Tomara que através do Pará Negócios a gente possa saber mais sobre os Setor Siderúrgico de Carajás...
Rafeal Araújo | Brasília, DF

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Em janeiro voltaremos com as enquetes
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